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Vincent – Tim Burton


Um dos melhores curta metragens que vi e também o primeiro de Tim Burton.

Adaptação de uma parte da obra  “O corvo” de Edgar Allan Poe.

Tão sombrio e inocente, como deve ser.

 



“… And my soul out that shadow that lies floating on the floor.
Shall be lifted – nevermore!”

NIPPOP 2010


 

Para os que não o conhecem, NIPPOP é um  evento de cultura pop, japonesa, anime e afins que aconteceu nesse FDS (24 e 25 de julho) no Clube do Saldanha aqui em Vitória-ES.
Quem estava lá?
Muita gente! Muita gente mesmo!!! Gente bacana, bonita, descolada, fantasiada e em clima de azaração!!!
Foi FODA!!! Apresentado por ninguém menos que Fernanda, que estava linda, e o próprio que vos posta!!!
Vou então deixar algumas fotos aqui pra que vcs apreciem.
Créditos especiais e um grande parabéns a Ayu Löwe do site NoRock que foi quem fez a cobertura do evento!
Aos que estavam presentes e tenham fotos, mandem pra gente!!!
APPP p/ todos!!!!
Beijos me Twittem!!!

Tirinhas de Sabado.


Calvin e Haroldo


A amizade entre Quentin Tarantino e Lady Gaga, está dando certo. Depois que o diretor emprestou o carro “Pussy Wagon”, que aparece no filme “Kill Bill: Vol. 2”, para que Lady Gaga gravasse seu clip “Telephone”, a cantora estaria negociando com Tarantino sua primeira participação no cinema. Tarantino que acredita no potencial de Lady Gaga  como atriz, teria alguns projetos que contariam com a participação de Lady Gaga e, em um deles ela seria uma vilã.

lady gaga


A vida de Hachiko


Em 1924 Hachikō foi trazido a Tóquio pelo seu dono, Hidesaburō Ueno, um professor do departamento de agricultura da Universidade de Tóquio.

Hachikō acompanhava Ueno desde a porta de casa até a não distante Estação de Shibuya, retornando para encontrá-lo ao final do dia. A visão dos dois, que chegavam na estação de manhã e voltavam para casa juntos na noite, impressionava profundamente todos os transeuntes. A rotina continuou até maio do ano seguinte, quando numa tarde o professor não retornou em seu usual trem, como de costume. A vida feliz de Hachikō como o animal de estimação do professor Ueno foi interrompida por um acontecimento muito triste, apenas um ano e quatro meses depois. Ueno sofrera um AVC na universidade naquele dia, nunca mais retornando a estação onde sempre o esperara Hachikō.

A história diz que na noite do velório, Hachikō, que estava no jardim, quebrou as portas de vidro da casa e fez o seu caminho para a sala onde o corpo foi colocado, e passou a noite deitado ao lado de seu mestre, recusando-se a ceder. Outro relato diz como, quando chegou a hora de colocar vários objetos particularmente amados pelo falecido no caixão com o corpo, Hachikō pulou dentro do caixão e tentou resistir a todas as tentativas de removê-lo.

Mas é depois disso que a parte realmente triste da história começa. Depois que seu dono morreu, Hachikō foi enviado para viver com parentes do professor Ueno, que morava em Asakusa, no leste de Tóquio. Mas ele fugiu várias vezes e voltou para a casa em Shibuya, e quando um ano se passou e ele ainda não tinha se acostumado à sua nova casa, ele foi dado ao ex-jardineiro do Professor Ueno, que conhecia Hachi desde que ele era um filhote. Mas Hachikō fugiu daquela casa várias vezes também. Ao perceber que seu antigo mestre já não morava na casa em Shibuya, Hachikō ia todos os dias à Estação de Shibuya, da mesma forma como ele sempre fazia, e esperou que ele voltasse para casa. Todo dia ele ia e procurava a figura do professor Ueno entre os passageiros, saindo somente quando as dores da fome o obrigava. E ele fez isso dia após dia, ano após ano, em meio aos apressados passageiros, Hachikō esperava pelo retorno de seu dono e amigo.

A figura permanente do cão à espera de seu dono atraiu a atenção de alguns transeuntes. Muitos deles, frequentadores da estação de Shibuya, já haviam visto Hachikō e Professor Ueno indo e vindo diariamente no passado. Percebendo que o cão esperava em vão a volta de seu mestre, ficaram tocados e passaram então a trazer petiscos e comida para alivar sua vigília. Por 10 anos contínuos Hachikō aparecia ao final da tarde, precisamente no momento de desembarque do trem na estação, na esperança de reencontrar-se com seu dono.

A morte de Hachiko

A fama repentina de Hachikō fez pouca diferença para a sua vida, pois ele continuou exatamente da mesma maneira como antes. Todo dia, ele partia para a Estação de Shibuya e esperava lá pelo Professor Ueno para voltar pra casa.

Como Hachiko envelheceu, tornou-se muito fraco e sofria de problemas no coração (heartworms).Eventualmente, com idade de 11 anos, na madrugada de 8 de março de 1935, ele deu seu último suspiro em uma rua lateral da estação de Shibuya. A duração total de tempo que ele tinha esperado, saudoso, seu mestre, foi de nove anos e dez meses. A morte de Hachikō estampou as primeiras páginas dos principais jornais japoneses, e muitas pessoas ficaram inconsoláveis com a notícia. Um dia de luto foi declarado.

Seus ossos foram enterrados em um canto da sepultura do Professor Ueno (no Cemitério Aoyama, Minami-Aoyama, Minato-ku, Tóquio), para que ele finalmente se reencontrasse com o mestre a quem ele havia ansiado por tantos anos. Sua pele foi preservada, e uma figura empalhada de Hachikō pode ainda ser vista no Museu Nacional de Ciências em Ueno.

Em 21 de abril de 1934, praticamente um ano antes de sua morte, uma pequena estátua de Hachiko, feita de bronze pelo famoso artista japonês Ando Teru, foi desvelada em sua honra numa cerimônia perto à entrada da estação de Shibuya, local onde morreu. Era a memória de Hachiko sendo imortalizada.


Todo dia 8 de Abril é realizada uma cerimônia solene na estação de trem, em homenagem à história do cão leal.

Onde quer que estejam e para aonde quer que vão, têm sempre “um dos olhos” voltados para aqueles que o cuidam. Por causa desse zelo, o Akita se tornou Patrimônio Nacional do povo japonês, tendo sido proibida sua exportação.

Se algum proprietário não tiver condições financeiras de manter seu Akita, o governo japonês assume sua guarda.


Bem, semana passada o mundo finalmente pode conferir o tão aguardado (ou não) teaser trailler de Eclipse. Felicidade ao extremo para uns e previsão de tempos instáveis para outros, que terão que aguentar até Junho as fãs histéricas, até que elas possam ver o filme. Talvez assim elas se acalmem.

Pois bem, certas fãs não se contentam em apenas ver o trailler e guardar as reações para si, não, isto não seria digno para elas, então o que fazer? Por que não gravar um vídeo mostrando suas reações e críticas ao ver o trailler pela primeira vez? Pois isso já foi feito, e o resultado foi algo mais assustador que o insosso teaser trailler do Eclipse.


Agora a pergunta que não quer calar… Qual o problema com o cabelo da Bella?


Numa era muito antiga — tão antiga que antes dela só havia o caos — o mundo era governado pelo Céu, cônjuge da Terra. Um dia, este, unindo-se à própria mãe, gerou uma raça de seres prodigiosos, chamados Titãs. Ocorre que o Céu — deus poderoso e nem um pouco clemente — irritou-se, certa feita, com as afrontas que imaginava receber de seus filhos. Por isto, decidiu encerrá-los nas profundezas do ventre da própria esposa, à medida que eles iam nascendo.

— Aí ficarão para sempre, no ventre da Terra, para que nunca mais ousem desafiar a minha autoridade! — exclamou, colericamente, o deus soberano.

A Terra, subjugada, teve de segurar em suas entranhas, durante muitas eras, aquelas turbulentas criaturas e suportar, ao mesmo tempo, o assédio insaciável e ininterrupto do marido.

Um dia, porém, farta de tanta tirania, decidiu a mãe do mundo que um de seus filhos deveria libertá-la deste tormento. Para tanto escolheu Saturno, o mais jovem de seus rebentos.

— Saturno, meu filho — disse a Terra, lavada em pranto -, somente você poderá libertar-me da tirania de seu pai e conquistar para si o mando supremo do Universo!

O jovem e ambicioso Titã sentiu um frêmito percorrer suas entranhas.

— Diga, minha mãe, o que devo fazer para livrá-la de tamanha dor! — disse Saturno, disposto a tudo para chegar logo à segunda parte do plano.

A Terra, erguendo uma enorme foice de diamante, entregou-a ao filho.

“Tome e use-a da melhor maneira que puder!”, disseram seus olhos, onde errava um

misto de vergonha e esperança.

Saturno apanhou a foice e não hesitou um instante: dirigiu-se logo para o local onde seu velho pai descansava. Ao chegar no azulado palácio erguido nos céus, encontrou-o ressonando sobre um grande leito acolchoado de nuvens.

— Dorme, o tirano… — sussurrou baixinho.

Saturno, depois de examinar por algum tempo o rosto do impiedoso deus, empunhou a foice e pensou consigo mesmo: “Realmente… demasiado soturno.”

E fez descer o terrível gume, logo abaixo da cintura do pobre Céu.

Um grito terrível, como jamais se ouvira em todo o Universo, ecoou na abóbada celestial, despertando toda a criação.

— Quem ousou levantar mão ímpia contra o soberano do mundo? — gritou o Céu, com as mãos postas sobre a ensangüentada virilha.

— Isto é pelos tormentos que infligiu à minha mãe, bem como a mim e a meus irmãos — respondeu Saturno, ainda a brandir a foice manchada de sangue.

Os testículos do Céu, arrancados pelo golpe certeiro da foice, voaram longe e foram cair no oceano, com um baque tremendo. Em seguida, o deus ferido caiu, exangue, sobre seu leito acolchoado, sem poder dizer mais nada. As nuvens que lhe serviam de leito tingiram-se de um vermelho tal que durante o dia inteiro houve como que um infinito e escarlate crepúsculo.

Saturno, eufórico, foi logo contar a proeza à sua mãe.

— Isto é que é filho — disse a Terra, abraçada ao jovem parricida. Imediatamente foram soltos todos os outros Titãs, irmãos de Saturno. Este, por sua vez, recebeu a sua recompensa: era agora o senhor inconteste de todo o Universo.

Quando a noite caiu, entretanto, escutou-se uma voz espectral descer da grande cúpula côncava dos céus:

— Ai de você, rebento infame, que manchou a mão no sangue do seu próprio pai! Do mesmo modo que usurpou o mando supremo, irá também um dia perdê-lo…

Saturno assustou-se a princípio, mas em seguida ordenou a seus pares que recomeçassem os festejos.

— Ora, ameaçazinhas… Deus morto, deus posto! — exclamou, com um riso talhado no rosto.

Mas aquela profecia, irritante como um mosquito, ficara ecoando na sua mente, até que Saturno, por fim, reconheceu-se também meio soturno:

— Será que uma vitória, neste mundo, não pode ser nunca completa?

A TPM em 4 fases… Segundo a visão masculina.


Na maioria das vezes a gente ignora aqueles emails reencaminhados várias vezes, não é verdade?

Pois bem, decidi abrir todos os emails da minha caixa sem medo de ser feliz. Eis que me deparo com este maravilhoso texto do qual me abstenho de comentários!

(procura-se a autoria para entregar o Nobel)

*Fase 1 – a Fase Meiguinha*

Tudo começa quando a mulher começa a ficar dengosa, grudentinha. Bom sinal? Talvez, se não fosse mais do que o normal. Ela te abraça do nada, fala com aquela vozinha de criança e com todas as palavras no diminutivo. A fase começa chegar ao fim quando ela diz que está com uma vontade absurda de comer chocolate. O que se segue, é uma mudança sutil desse comportamento, aparentemente inofensivo, para um temperamento um pouco mais depressivo.

*Fase 2 – a Fase Sensível*

Ela passa a se emocionar com qualquer coisa, desde uma pequena rachadura em forma de gatinho no azulejo em frente à privada, até uma reprise de um documentário sobre a vida e a morte trágica de Lady Di. Esse estágio atinge um nível crítico com uma pergunta que assombra todos os homens, desde os inexperientes até os mais escolados como o meu pai:

– Você acha que eu estou gorda?

Notem que não é uma simples pergunta retórica. Reparem na entonação, na escolha das palavras. O uso simples do verbo ‘estou’ ao invés da combinação ‘estou ficando’, torna o efeito da pergunta muito mais explosiva do que possamos imaginar.

E essa pergunta, meus amigos, é só o começo da pior fase da TPM. Essa pergunta é a linha divisória entre essa fase sensível da mulher para uma fase mais irascível.

*Fase 3 – a Fase Explosiva*

Meus amigos, essa é a fase mais perigosa da TPM.

Há relatos de mulheres que cometeram verdadeiros genocídios nessa fase. Desconfio até que várias limpezas étnicas tenham sido comandadas por mulheres na TPM. Exagero à parte, realmente essa é a pior fase do ciclo tepeêmico. Você chega a casa dela, ela está de pijama, pantufas e descabelada. A cara não é das melhores quando ela te dá um beijo bem rápido, seco e sem língua. Depois de alguns minutos de silêncio total da parte dela, você percebe que ela está assistindo aquele canal japonês que nem ela nem você sabem o nome. Parece ser uma novela ambientada na era feudal. Sem legendas…

Então, meio sem graça, sem saber se fez alguma coisa errada, você faz aquela famosa pergunta: ‘Tá tudo bem?’ A resposta é um simples e seca: ‘Ta’ sem olhar na sua cara.

Não satisfeito, você emenda um ‘Tem certeza?’, que é respondido mais friamente com um rosnado baixo e cavernoso ‘teenhoo’. Aí, como somos legais e percebemos que ela não tá muito a fim de papo, deixamos quieto e passamos a tentar acompanhar o que Tanaka está tramando para tentar tirar Kazuke de Joshiro, o galã da novela que…

– Merda, viu!? – ela rosna de repente.

– Que foi?

A Fase Explosiva acaba de atingir o seu ápice com essa pergunta.

Sem querer, acabamos de puxar o gatilho. O que se segue são esporros do tipo:

– Você não liga pra mim! Tá vendo que eu tô aqui quase chorando e você nem pergunta o que eu tenho! Mas claro! Você só sabe falar de você mesmo! Ah, o seu dia foi uma merda? O meu também! E nem por isso eu fico aqui me lamuriando com você! E pára de me olhar com essa cara! Essa que você faz, e você sabe que me irrita! Você não sabe! Aquele vestido que você me deu ficou apertado! Aaaai, eu fico looooouca quando essas coisas me acontecem! Você também, não quis ir comigo no shopping trocar essa merda! O pior de tudo é que hoje, quando estava indo para o trabalho, um motoqueiro mexeu comigo e você não fez nada! Pra que serve esse seu Jiu Jitsu? Ah, você não estava comigo? Por que não estava comigo na hora? Tava com alguma vagabunda? Aquela sua colega de trabalho, só pode ser ela. E nem pra me trazer um chocolate! Cala sua boca! Sua voz me irrita!  Aliás, vai embora antes que eu faça alguma besteira. Some da minha frente!

Desnorteado, você pede o pinico e sai. Tenta dar um beijinho de boa noite e quase leva uma mordida.

*Fase 4 – a Fase da Cólica*

No dia seguinte o telefone toca. É ela, com uma voz chorosa, dizendo que está com uma cólica absurda, de não conseguir nem andar. Você vai à  casa dela e ela te recebe dócil, superamável. Faz uma cara de coitada, como se nada tivesse acontecido na noite anterior, e te pede pra ir à farmácia comprar um Atroveran, Ponstan ou Buscopan pra acabar com a dor dela. Você sai pra comprar o remédio meio aliviado, meio desconfiado ‘O que aconteceu?’, você se pergunta. ‘Tudo bem’. Você pensa: ‘Acho que ela se livrou do encosto’.

Pronto! A paz reina novamente. A cólica dobra (literalmente) a fera e vocês voltam a ser um casal feliz.

Pelo menos até daqui a 20 dias…

O Mágico de OZ em 3D


Assim como a Disney fez com “Alice no país das maravilhas”, a Warner pretende fazer uma nova versão de “O mágico de OZ” em 3D. Eles já contam com 2 possibilidades de produção. A primeira seria feita pela Temple Hill, que também produziu crepúsculo e, o roteiro seria de Darren Lemke, que escreveu o quarto filme do Shrek. A outra opção teria um tom mais sombrio, com roteiro de Josh Olson, roteirista de “Uma História de Violência” e “Fúria de Titãs”.

O mágico de OZ

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